sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O maior clube do Mundo


Nelson Rodrigues, certa vez, disse que “o Fluminense não recusou as sandálias da humildade. Sendo um grande clube, o maior do mundo - tem direito de ser humilde. Portanto, passamos a andar, com um imaginário passarinho no ombro, segundo o figurino franciscano”. Mas talvez ai esteja nosso maior equívoco. De tão humildes passamos a ser humilhados em praça pública. Pela imprensa, pelos rivais, pelas arbitragens e pelos homens que comandam o futebol nesse país. Chegou a hora do Fluminense, “o maior clube do mundo” recusar as sandálias da humildade.
As provações pelas quais passamos são comparáveis às dos grandes mártires. Os três rebaixamentos consecutivos feriram nosso orgulho. As derrotas inesperadas nas decisões da Copa do Brasil em 2005, na Libertadores em 2008 e na Sul Americana, em 2009, também nos feriram a alma. Fomos sempre a chacota dos jornais, dos adversários.

Para lembrar aqui as vezes que fomos prejudicados pela arbitragem, seriam precisos uns três dias. Recordo-me de uma centena de jogos que tivemos nosso triunfo ceifado pelos homens de apito. Quem não se recorda da final da Copa do Brasil de 1992, quando José Aparecido de Oliveira tirou do Fluminense um título que já estava com lugar garantido na sala de troféus das Laranjeiras. Expulsou o lateral Zé Teodoro aos 40 do segundo tempo e dois minutos depois marcou um pênalti inexistente em Célio Silva, que fez o gol da vitória do Internacional, em Porto Alegre. E a decisão da Libertadores, na qual Héctor Baldassi ignorou a catimba do goleiro Cevallos, o pênalti em Washington, anulou jogada de Cícero que acabaria em gol, e mandou Thiago Neves repetir uma cobrança de pênalti de forma inexplicável? Se lembram?

Agora querem tirar do melhor time do Brasil o título Nacional. Primeiro fecharam a porta da nossa própria casa, o Maracanã. Depois, insinuaram que estamos sendo beneficiados pela arbitragem, numa clara tentativa de induzir os homens de apito contra o Fluminense nos próximos jogos. E por fim, transformam um problema entre Fred e o departamento médico em “crise”. Que crise? Em crise deve estar o Flamengo, à beira da Série B. Em crise deve estar o Atlético Mineiro, que não ganha de ninguém. Uma equipe que lidera o campeonato em tudo, não pode estar em crise.

Deixem o Fluminense em paz. Somos grandes, temos uma torcida maravilhosa e numerosa, que não abandona o time nunca. Uma torcida que, como diria Nelson Rodrigues, se o time fosse jogar no céu, morreria para vê-lo jogar. Então não me venham com essa de crise, de manipulação de resultados e manobras políticas para nos tirarem o título. Chega de calçar as sandálias da humildade. Chegou a hora de sairmos às ruas, vestirmos a camisa, lotarmos os estádios e mostrarmos que esse é o Fluminense, o maior clube do Mundo.

Marolinha

Chega a ser ridículo o que a imprensa tenta fazer com o único tricolor do mundo. Crise? Na posição onde estamos, com o time que temos? Piada, só pode ser.

Ninguém aguenta a mesma ladainha de sempre. Ganha quatro, é sensação. Empata três, é cavalo paraguaio. Fico me perguntando se é burrice alheia ou leviandade. Obviamente, burros não são. Fazem tudo para vender jornais e não se preocupam mais com a credibilidade dos veículos de comunicação. Fora de campo, tudo é tão previsível quanto candidatos caô-caô, promessas vazias, favelas fakes e tudo o que propaganda política tem direito.
Em campo, o Fluzão não encanta mas segue no caminho do bem. Muricy trabalha quieto e mantém o plantel focado, mesmo sem ainda contar com todos os titulares. As malditas contusões, ora de Fred, ora de Emerson, ora de Fred, ora de Diguinho, ora de Fred, ora de Diogo, ora de Fred, impedem um entrosamento maior de nosso escrete, que ainda não encontrou seu melhor esquema, embora ainda assim seja o mais competitivo.

No estaleiro, Fred disse besteira. Da grossa. Gosta de falar, todos sabem. Até blog o artilheiro tem. Michael Simoni é um grande profissional, sua capacidade é inconteste. Não deveria sair do clube, mas acredito que a corda ruirá para o lado do médico tricolor.

Por fim, fica a mensagem de um torcedor. Ninguém se importa com o que falam por aí, principalmente o besteirol da flapress. Torcida, técnico, time querem ganhar essa bagaça. Não mediremos esforços para isso. Imprensa, Fred, CBF, ninguém tira nosso foco. O Fluminense vem para ser campeão e lutará até o último minuto por mais uma taça em Álvaro Chaves.

Saudações tricolores

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dia de fritar o Peixe!

Caros Alvinegros,

Estou ansioso pelo jogo contra o Santos, que começa daqui a pouco. Não temos nada a temer, nosso time se equipara ao deles.

É dia de arrancar no segundo turno, dia de confirmar nosso bom momento, dia de nos reafirmarmos como uma das grandes forças desse campeonato.

Nossas lembranças do último confronto contra o Peixe no Pacaembu são as melhores: carimbamos o título brasileiro!

Pra hoje, aposto num 2x1 pro Fogão e um deles será marcado pelo Loco. Isso mesmo, tá passando da hora!

O Líder voltou!


Foram três jogos sem vencer. Duzentos e setenta minutos de um futebol previsível, sem graça e irritante. Foram três rodadas para o torcedor tricolor se lembrar de alguns de seus piores pesadelos. Foi só um susto. O verdadeiro Líder desse Campeonato Brasileiro voltou.

Na vitória contra o Ceará, o Fluminense não chegou a exibir todo o seu repertório. Deixou alguns espaços na defesa – Leandro Euzébio, por exemplo, fez uma de suas piores apresentações. Errou passes em excesso. Até Deco pecou nesse quesito. E abusou de errar gols. Washington, apesar dos dois marcados, estava de doer. Mesmo assim, o Flu foi superior o tempo inteiro. Em nenhum momento o Ceará ameaçou a vitória tricolor. Aliás, o placar não refletiu o que foi a partida. Talvez um placar tipo 7 a 0 ou 11 a 0 não seria exagero. Podem acreditar.

O Fluminense voltou a vencer e a jogar bem porque deixou o 4-4-2 de lado. Sem Emerson, nosso melhor jogador ao lado de Conca, o técnico Muricy adotou novamente o esquema com três zagueiros, liberando assim os laterais. Deco passou a ser nosso armador no meio campo. E Conca virou o companheiro de Washington no ataque. Sem a obrigação de marcar, o argentino teve uma exibição de gala. Dois belos passes para os gols de Washington, muita movimentação e alguns gols perdidos. Foi nosso maestro contra o Ceará. E como Emerson e Fred ainda não tem previsão para voltarem ao time, Conca deverá ser mantido na posição.

O Líder está de volta? Está. Mas calma, tricolores. O campeonato é longo e ainda faltam muitas rodadas. Dezoito, para ser exato. Temos elenco? Temos. Temos técnico? Temos. Mas Cruzeiro e Internacional cresceram e cresceram muito. O título está totalmente aberto. E se quiser ser campeão Brasileiro após 25 anos, o Fluminense terá que incorporar o “Time de Guerreiros” de 2009.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O plantel alvinegro para o 2º turno do Brasileirão

Caros Alvinegros,

Melhor do que terminar o 1º turno do Campeonato Brasileiro entre os seis primeiros colocados é ter a certeza de que a equipe botafoguense pode almejar mais do o 6º lugar.

A diretoria do Botafogo conseguiu, enfim, montar um grupo competitivo e dentro de suas possibilidades. Teve planejamento e consegue saldar em dia salários de estrelas como Loco Abreu, Maicosuel e Jeferson, sem nem falar das caras aquisições de Maicosuel e Jobson e outros bons investimentos como Marcelo Mattos e Somália.

Me impressiona tanto o trabalho dos diretores que, hoje, o Fogão briga quase que de igual pra igual no mercado de contratações e, a exemplo de Somália, renovou o contrato do bom meio campista por mais cinco anos.

Temos peças de reposição e mostramos competitividade mesmo com as ausências dos titulares Jobson e Somália nos últimos jogos, apesar do empate "tosco" contra o Grêmio.

Tenho boas expectativas para o 2º turno do Campeonato. Acho que o Fogão pode se sair melhor na primeira sequência de jogos da segunda metade em relação ao 1º turno. E tenho certeza que já na próxima quinta-feira, contra o Santos, vamos continuar firmes cada vez mais rumo ao topo da tabela.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Neymar e os meninos da Vila

Lamento, mas hoje vou fugir do nosso tema principal. De tempos em tempos, surge um assunto digno de nota dentro do mar de insignificância chamado de "futebol paulista". Geralmente me seguro, espero alguns dias para ver se a relevância do tema é passageira, o que geralmente acontece. No entanto, dessa vez, adiei tocar nesse assunto até demais. Preciso urgentemente falar dos meninos da Vila, e em especial, de Neymar.
Tenho quase trinta anos. Acompanho futebol há quase vinte. Tive o prazer de ver Romário no auge. Vi o ano brilhante de Edmundo, em 1997. Acompanhei as carreiras vitoriosas de Ronaldo e Zidane do início até o fim (vamos combinar, Ronaldo, sua carreira já acabou!). Todos esses foram craques, gênios maiores da bola.
E tenho visto Neymar. O que já vimos Neymar fazer? Ganhou um título paulista, e uma Copa do Brasil. Perdeu uns 5 pênaltis, quase todos por displicência. Ficou famoso por aplicar dois chapéus, o último na noite de ontem. Detalhe importante: os dois com bola parada. O lance não tem objetivo, senão o de desrespeitar o adversário. O técnico tenta justificar, dizendo que é do instinto do jogador. Romário, Edmundo, Zidane, Ronaldo... Jamais vi nenhum desses fazer coisa semelhante. Na fala do jogador, fica mais fácil notar o desprezo que Neymar tem por seus companheiros de esporte: "Dou mesmo". O jogador santista não vê nada de errado.
Os adversários dizem que a arrogância do atacante não para por aí. Segundo o zagueiro do Avaí, Neymar teria dito que "é milionário e pode tudo". Seria difícil acreditar, mas tal atitude não chega a ser surpreendente após o episódio da Webcam do time do Santos, há menos de um mês.



A imprensa os mima. Vem com um discurso de "eles são jovens, inconsequentes, falam essas coisas sem pensar". Bobagem. Isso não é falta de idade, é falta de caráter. Falta de valores. A imprensa tanto babou o ovo desses garotos, que nem conquistaram títulos de grande expressão, que eles realmente passaram a acreditar que são realmente seres superiores. A prova estaria em suas contas bancárias. É um fenômeno que não atinge somente jogadores de futebol, mas jovens idiotas de todos os meios. Afinal, um jovem rico que agride uma empregada doméstica e justifica dizendo ter achado que se tratava de uma prostituta o faz amparado num sentimento de superioridade atestada pela condição financeira.
Quando vejo Neymar e suas atitudes, dentro e fora dos gramados, não enxergo nele um Romário, um Zidane, um Ronaldo ou Edmundo. Nem mesmo um Dener, um Ronaldinho Gaúcho, um Bebeto... Vejo que o máximo que Neymar pode chegar a ser é um Edilson. Indisciplinado, o capetinha até ganhou títulos. Mas se alguém for fazer uma lista dos 10 melhores jogadores que viu jogar, dificilmente seu nome virá à lembrança. Teve uma chance, mas não conseguiu ter sucesso na Europa. Ficou relegado aos subúrbios do futebol mundial. Encerrou sua carreira esse ano, de forma melancólica, no há muito decadente Bahia. Queria ser protagonista, mas acabou virando uma nota de pé de página no livro do futebol. Pode ser pior: pode terminar como Denilson: 33 anos, desempregado, teve que virar comentarista de TV após passagens sem destaque pelo futebol do Vietnã e da Grécia.
E pode ser ainda pior.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Um líder que só joga por 45 minutos

O torcedor do Fluminense deve ter acordado nessa segunda-feira com uma bela dor de cabeça. E não é pra menos. Pela terceira partida seguida, o time jogou apenas um tempo. Somente 45 minutos de bom futebol. Foi assim contra o Vasco, contra o Goiás e agora contra o São Paulo. Dos últimos nove pontos que disputamos, só ganhamos cinco. É pouco pra quem deseja se manter na liderança do Campeonato Brasileiro e ficar com o título no fim do ano. Reparem que neste mesmo período, o Santos e o Inter venceram seus três compromissos. E como ainda tem uma partida a menos que todos os outros, um deles pode encostar de forma perigosa no tricolor.

No caso específico do empate com o São Paulo, Muryci Ramalho errou ao escalar Belletti entre os titulares. Recém recuperado de uma contusão, o jogador deixou espaços no meio campo, não protegeu a zaga, como pretendia Muryci, e ainda cometeu muitas faltas. Numa delas, Rogério Ceni marcou o primeiro gol do São Paulo. Na volta pro segundo tempo, Rodriguinho mostrou que deveria ter sido o escolhido do treinador para começar jogando. O ex-goleador do Santo André deu mais velocidade ao ataque e melhorou o time. Pena que Washington mais uma vez estava apático. Perdeu o pênalti e praticamente não foi notado em campo. Volta logo, Fred.

No tropeço diante desse São Paulo que não mete mais medo em ninguém, livro apenas a cara um jogador. E não é a do goleiro Fernando Henrique, que fez grandes defesas, mas falhou nos dois gols adversários. Livro Deco, que jogou muito. Deixou pelo menos uns três sãopaulinos descadeirados, macou um gol, sofreu o pênalti e mostrou uma categoria impressionante. Anotem aí tricolores, esse Deco vai fazer história com a camisa do Fluminense.

Agora teremos dois jogos até o fim do primeiro turno. Duas pedreiras. Palmeiras e Guarani venceram no fim de semana, de virada e ganharam moral. Ainda assim sou mais Flu. Mas está na hora do time voltar a jogar 90 minutos e não apenas a metade.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ah, quarta-feira

Muito bom ver o Fluzão jogando bola duas vezes por semana. O que já é ótimo, fica perfeito se dobrar a dose. No Serra Dourada, o desespero dos comandados de Leão (que hoje intimida tal qual um gatinho manso) pode pesar para os dois lados. Sorte seria - ou competência - se mais uma vez abríssemos o placar logo de cara. Fatura liquidada.

Se fosse o Muricy - que tudo sabe - manteria o esquema com três zagueiros e utilizaria Deco no decorrer da peleja. O ideal é esperar o falso portuga adquirir ritmo de jogo e se entrosar aos poucos com o time titular. Não estamos em situação calamitosa e não precisamos de atitutes urgentes.

***


Ontem, lá pelas 23h, me deparei com uma notícia pra lá de animadora. Horcades, nosso presida falastrão, afirmou que o Maracanã passará a ter a alcunha de Nelson Rodrigues em jogos do tricolor. A mais perfeita tradução de um gigante capaz de atingir sensações inimagináveis no fervor das duas instituições mais importantes do futebol carioca. San Siro x Giuseppe Meazza que nada. Mário Filho x Nelson Rodrigues!!!!

Saudações

"Não há mal que não se cure"

Tripulantes da Nau Vascaína,

Foi-se o tempo, coisa de pouco mais de uma década, o futebol jogado no Brasil era coalhado de atletas de alto nível, como Romário, Edmundo, Juninhos Pernambucano e Paulista, Euller, Jorginho, Felipe, Mauro Galvão, Pedrinho e Ramon. Não por acaso, todos eles passaram, por esta época, pelo Gigante da Colina. Não a toa, no fim do milênio, não havia quem não temesse o time de São Januário.


O tempo passou e o brilho do futebol brasileiro caiu na última década. Tanto que viu ascender um tricampeão brasileiro sem feições de grande vitorioso. Se compararmos o esquadrão do parágrafo anterior, com Rogério Ceni, Richarlyson, Jorge Wagner, Mineiro, Miranda, Hernanes, Borges e Dagoberto, chega mesmo a dar pena. Não do São Paulo, que faturou três títulos nacionais, mas do futebol brasileiro, que caiu muito. Isso sem falar no Vasco, que foi do céu ao inferno.


Conforme o ditado popular, “não há bem que sempre dure e não há mal que não se cure” e o Vascão voltou. Primeiro na ofensiva contra os rubro-negros e depois no injusto empate com o tricolor carioca, repleto de suas estrelas e sob o comando do tricampeão, Muricy Ramalho. Jogamos, desde o findar da Copa do Mundo como o time da grandeza que o Vasco é. E o São Paulo, no entanto, vem em franca decadência. Perdeu a Libertadores, teve resultados pífios no Brasileiro e já começa a flertar com o rebaixamento.

Futebol é momento e é tempo do Cruzmaltino. Cabe vencer com autoridade o São Paulo e calar o Morumbi, como muito fez em outras décadas. Ainda mais porque o resultado pode deixar o Vasco da Gama cada vez mais próximo do G-4, lugar mais do que merecido para um dos maiores clubes do Brasil.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tropeço

Caríssimos, com atuações individuais irreconhecíveis o Fluminense empatou com o Vasco em um jogo onde todas as chances de vitória sorriram para nós. PC Gusmão armou mal seu time, deslocou Felipe para a lateral, deixou Conca livre de marcação e? Nada.

Incrível a facilidade como a turma da fuzarca (rs) fez seus dois gols. E o pior. Mais um tento sofrido em contra-ataque quando vencíamos e dominávamos o jogo. Concordo com o companheiro RDias no sentido de não haver necessidade de maiores preocupações, mas existem pontos a serem melhorados no time. Para que a tranquilidade não se transforme em insegurança.

Muricy, que tudo sabe, deve ajustar a defesa com urgência. Com a iminente entrada de Deco, provavelmente um zagueiro deve esquentar banco, o que pode brecar a boa fase de Mariano e, quem diria, Julio Cesar. Nada como uma sombra para fazer qualquer boleiro correr atrás do prejú. Isso também é prova de que jogador precisa de tempo para se adaptar ao clube. Mariano hoje é o maior lateral em atividade no país somente porque teve tranquilidade para trabalhar. Ponto para o nosso comando, que está montando um grande elenco para duas ou três temporadas.

Quarta teremos uma peleja perigosa em Goiânia. A equipe de Leão precisa vencer alguém certa hora, e farão de tudo para que o Flu seja a vítima perfeita. Na disputa pelas cabeças, o Corinthians pega o Cruzeiro fora de casa e pode perder pontos. Mantendo a regularidade, a Taça das Bolinhas será desinfetada nas Laranjeiras no final do ano.

ST