
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Acontece

quinta-feira, 17 de maio de 2012
Recordar é viver!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Tudo sob controle
Amigos tricolores,
Tanto disseram que o primeiro lugar geral não era bom, que essa história de 100% de aproveitamento dava uma “zica” danada, que o Flu resolveu se precaver. Com a derrota de hoje evitamos “oba oba” ou “já ganhou”. Já não somos o primeiro geral, e temos que ganhar do Arsenal em Sarandi para sermos os primeiros do grupo. Gostaria que tudo isso tivesse sido friamente calculado. Mas não foi.
O primeiro tempo foi péssimo. A marcação pressão do Boca, somada a noite nada inspirada da nossa dupla de volantes, resultava em sustos constantes para a torcida tricolor. O Flu até criou algo, pelas esquerda com o Carlinhos, e pela direita com o Welington Nem. Mas a verdade é que o adversário foi melhor (nada brilhante, mas com mais organização e disposição).
No segundo tempo o Flu até melhorou um pouco. Mas o relógio jogava contra, e o nervosismo e a afobação atrapalhavam ainda mais. No final, ainda deu tempo de levar o segundo gol e queimar qualquer chance de reação com um pênalti cobrado pelo Rafael “Cone” Moura.
E assim o Flu jogou fora 31 jogos de invencibilidade em casa em torneios internacionais. 27 anos, que acabaram porque não soubemos nos impor. Aceitamos inocentemente o jogo do adversário, fomos imaturos e merecemos o castigo.
Tudo bem. Perdemos quando podíamos perder. Vida que segue.
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Lembra que eu disse que era importante ter foco, que não valia a pena por os titulares pra jogar em Moça Bonita, ou em Conselheiro Galvão, contra Bonsucessos da vida? Pois é, amigos, infelizmente o Abel Braga não lê a Corneta. Hoje não tivemos o Valência contudido e ainda perdemos o Fred. Teremos titulares contra o poderoso Olaria domingo?
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Alias, cabe registrar que a afirmação do Sr. Rubens Lopes, presidente da Ferj, de que o Flu seria o culpado pela desvalorização do campeonato carioca, ao escalar reservas, é totalmente descabida. O time reserva do Flu provavelmente é a terceira folha salarial mais cara do Rio (perdendo apenas pro time titular da dupla Fla-Flu). O fato de possuirmos um time reserva tão caro só mostra o quanto valorizamos o campeonato carioca. Caso contrário, poderíamos escalar os juniores para tal torneio.
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Ainda sobre o carioca, pelo menos a diretoria parece ter entendido aquilo que todos já sabíamos: pra jogar contra os pequenos as Laranjeiras serve. Ano que vem, o estádio mais antigo e mais bonito do Brasil, deve voltar a receber jogos oficiais.
ST
quinta-feira, 8 de março de 2012
Deu Flu, naturalmente
Amigos tricolores e secadores de todas as cores,Houve um tempo em que invejávamos os argentinos. Dizíamos que havia mais livrarias em Buenos Aires do que em todo Brasil, admirávamos a cultura política deles, comprávamos o vinho portenho, disputávamos com eles o posto de melhor economia do continente, e até rivalizávamos com eles no futebol. Mas esse tempo, como ficou provado essa noite, já passou.
A Argentina de hoje dá pena. Sua economia está em frangalhos, a política entregue ao charlatanismo, e o futebol argentino é uma espécie de ex-potência em atividade, parafraseando o colega flamengo. É talvez a quarta força do continente (atrás de brasileiros, uruguaios e chilenos, e pau a pau com os paraguaios). Reflexo disso, o time do Boca que enfrentou o Flu hoje, não é melhor do que o do Botafogo. É olha que esse time é soberano nos campos de lá, invicto desde abril do ano passado. Mas a verdade é que se o jogo de hoje fosse jogado 100 vezes, o Fluminense ganharia 99.

O que o Flu enfrentou hoje a noite foi um espectro, um fantasma. Era apenas uma lenda criada em cima de uma camisa, um estádio e uma torcida (torcida essa que, diga-se de passagem, ficou calada grande parte do jogo, tamanha superioridade do onze tricolor). O Flu, que além de ter mais time é mais antigo e tem mais tradição do que os portenhos, ganhou, como era de se esperar.
Estou convencido de que, nesta Libertadores, devemos nos preocupar com os uruguaios (uma potência futebolística que tenta ressurgir) e com nossos compatriotas (principalmente, Santos e Inter). O resto, é zebra.
Em tempo 1: Dois jogos e apenas uma bola vazou nossa fortaleza. A zaga reserva do Flu mostrou hoje que também é sólida. Enquanto isso, zaga “míticas” por aí já levaram 4 gols...
Em tempo 2: Acho o vinho argentino uma merda. Muito ácido e com paladar pouco persistente. O chileno dá de 10, e até mesmo alguns vinhos gaúchos são melhores.
ST