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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A inveja é uma merda!



Tricolores e hereges de outras cores, 


A imprensa “especialista” não se cansa de ver defeitos em nosso time. Dizem que o Fluminense faz a melhor campanha de todos os tempos apesar da zaga, apesar dos laterais ruins, apesar da má fase do Thiago Neves, apesar dos erros de estratégia do Abel... pura inveja. 

Tanta inveja (de jornalistas mulambos, lusos ou chorões) não permite que eles enxerguem o óbvio: esse não é um time montado pra disputar o Brasileirão. Brigaríamos pelo título mesmo se estivéssemos no campeonato inglês, alemão ou espanhol. Em campos brasileiros, lideramos com sobras. 

Isso porque o Fluminense atual foi pensado para vencer a Libertadores e até mesmo o mundial. Este ano uma infeliz coincidência de desfalques acabou nos derrubando antes da hora no torneio continental. Porém, assimilamos o golpe e nos tornamos mais fortes, ao incorporar a principal qualidade de nosso algoz. É impressionante a capacidade que temos demonstrado de suportar a pressão do adversário sem nos desesperarmos, sem desorganização. Essa frieza é o que os argentinos chamam de aguante

Nosso time atual tem muito aguante. Não se afoba, não perde a cabeça em momento algum. Ancorado em um goleiro confiável e um ataque venenoso, o Flu sabe que não precisa muito para vencer seus jogos. Basta uma chance. Traiçoeiro, o Flu arma uma arapuca para seus adversários. Já reparou que todo mundo acha que pode vencer o Flu? Que, depois do jogo, nossos adversários sempre dizem que jogaram melhor? 

Ilusão, meu bem, mera ilusão. O controle do jogo em nenhum momento deixa de estar conosco. Se o outro time ataca, e por que nós deixamos. Atraímos o rival para o nosso campo, e assim preparamos o contra-ataque fatal. 

2012 já acabou. Podemos deixar a humildade de lado e comemorar o Tetra. Nossa luta agora é apenas com a história, com os recordes que queremos quebrar. 

 2013 vem aí. Desta vez, tenho certeza que a Libertadores não vai nos escapar. 

ST

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Flu e a imprensa esportiva

Tricolores e hereges de outras cores,

Passadas 26 rodadas o cenário é desolador: para os outros clubes. O Flu não é apenas o líder do Brasileirão de 2012, é o maior líder de todos os tempos. Nunca na história ninguém foi, a essa altura do campeonato,  tão líder. Com 56 pontos (4 de frente pro segundo), e mais de 70% de aproveitamento, temos ainda a melhor defesa, o melhor ataque e o artilheiro. Perfeito, né?

Pois a imprensa “especialista” briga com os números, e encontra defeitos às pencas no Flu. A revista paulista Placar, por exemplo, escala assim sua seleção do campeonato: Jefferson; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Juninho e Seedorf; Bruno Mineiro e Osvaldo. 3 jogadores do vice-líder, 3 do Corinthians (oitavo), 2 do Botafogo (sexto), 1 do Vasco (terceiro), 1 do São Paulo (quinto), e até 1 da Portuguesa (décimo terceiro!). Nenhum jogador do maior líder de todos os tempos. Dá para acreditar?!

Mas não para por ai. André Rizek (comentarista da SportTV) classificou recentemente nossa dupla de zaga, a menos vazada em 2010 e também este ano, de horrorosa.

Para completar, tratam o erro do árbitro a nosso favor (no último jogo, contra o Náutico) como o maior roubo da história do futebol, uma prova irrefutável de teorias conspiratórias fantasiosas (o que mais dizer da tal “denuncia” do Kajuru?). Se esquecem que o Flu foi prejudicado pela arbitragem contra o Santos, Coritiba, Cruzeiro e Atlético-MG. Se esquecem que jogamos contra o Corinthians com o corinthiano Sandro Meira Ricchi no apito. Se esquecem que o Atlético-MG foi beneficiado contra o São Paulo, contra o Atlético-Go, e em outros tantos jogos onde jogadores adversários são estranhamente expulsos (segundo levantamento da Flusócio, desde o segundo turno do ano passado – quando o time mineiro estava para cair - o atlético teve 21 adversários expulsos em 45 jogos . Quase 1 a cada dois jogos).

Como explicar tamanha miopia?

ST

terça-feira, 24 de julho de 2012

"Diz o jornalista"


Cruzmaltinos desse planeta,

por várias vezes eu já comentei aqui a incompetência e falta de escrúpulos da imprensa esportiva brasileira. Infelizmente, estou aqui para fazê-lo mais uma vez. A lógica dos caras parece ser: inventa-se um boato de um lado do estádio. Conta-se ao companheiro do lado e se espera que ele espalhe. Quando a mentira chegar de volta até o autor, publica-se. A fonte? "Diz um jornalista". Nos meus distantes tempos da Faculdade de Jornalismo, diziam que jornalista era jornalista e fonte era fonte. Hoje em dia parece que está tudo misturado. 
A imprensa clubista se encontra numa situação complicada. O "mais querido da mídia" está numa fase de dar dó, tomando não até de jogador amador. Pra piorar, dois dos três rivais estão no G4. Isso eles não conseguem aturar. E tome boato inventado pra desestabilizar o Gigante da Colina. Vejamos o caso Felipe:
"Um jornalista diz" que o Maestro teria gostado da proposta. "Outro jornalista diz" que ele estaria brigado com Juninho. "Um outro jornalista" comenta a insatisfação com os salários atrasados. "Jornalista diz" que Felipe não gosta de jogar na lateral... O que existe de fato nessa história toda? Felipe assinou uma extensão de contrato há menos de dois meses e está no Vasco até 2013. O resto é só bobagem pra tumultuar o clima do melhor do Rio.



***

Aliás, a imprensa não se cansa de requentar polêmica. "Vasco atrasa 2 meses de salário." Até mesmo meu sobrinho de 4 anos sabe que o único jeito do Vasco desbloquear a verba da Eletrobrás é na Justiça do Trabalho, e que pra isso precisa demonstrar que o dinheiro está prejudicando os empregados do Club. Como fazer isso? Atrasando os salários. Os jogadores sabem e concordam com isso. E a imprensa tenta implementar uma nova crise de três em três meses...